Lendo a revista Claudia e suas 63 acoes minimas com efeitos que sao o maximo cheguei a conclusao de que eu to mais perto de gabarita-las do que sequer podia imaginar.
A lista inclui desde plantar uma flor ate adotar a conceito de recusar a violencia.
Os que mais me agradaram foram os ligados a felicidade, ou melhor, todos eles tem a ver com a felicidade, da gente, de quem convive com a gente e do mundo em geral... da coletividade.
Mas eu digo das felicidades simples do dia-a-dia que a gente faz ou nao faz e passam despercebidas, como por exemplo dizer obrigada, sentar no chao pra brincar com as criancas, cantar alto no carro, apertar quem a gente gosta, ligar para os amigos...
Todo fim de ano eu comeco um balanco de como levei minha vida no ano que esta acabando. Esse ano eu poderia dizer que nao levei a vida e sim fui levada por ela... algumas vezes de maneira muito agradavel, com surpresas bacanas e de outras de forma bem dolorida, mas nao importa... nao consigo chegar ao final e contabilizar o ano como um ano realmente ruim porque as coisas que importam na vida, saude, familia, amigos, amor (seja fraterno, materno, entre amigos, entre namorados) esses estiveram sempre presentes.
Como uma pessoa otimista que sou nao consigo acreditar que passamos pelas coisas sem um significado e que o resultado disso servira apenas para nos ajudar no futuro, mesmo as coisas ruins que vivemos acabarao por se transformar em experiencia... enfim, um ano bom... muito bom.
Viemos pra esse mundo pra viver uma vez so (ha quem discorde) mas eu acredito que por isso mesmo temos sempre que contabilizar os anos como BONS, porque temos obrigacao de ser felizes, ou pelo menos tentar. Como sempre digo, nessas tentativas, de fazer feliz, de encontrar coisas boas, de gabaritar testezinhos bobos de revista um dia a gente pode sentar numa cadeira de balanco e dizer, eu vivi... tudo que tinha pra viver, a parte boa e a nao tao boa.
Beijos folks!
sábado, 13 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Cabelos com Ar Sessentinha
Quer fazer um estilo sessentinha sem precisar desfiar o cabelo? Então vc tem que conhecer o BUMPIT... um kit de presilhas que vc usa na parte de baixo do cabelo e da um certo volume, ideal para penteados ao Estilo BBardot ou Barbarella.
As famosas ja aderiram. Aqui no Brasil ainda não chegou, mas eu ja adquiri o meu no ebay.
Corra atrás do seu e deixe suas madeixas ainda mais charmosas.
Um beijo!

As famosas ja aderiram. Aqui no Brasil ainda não chegou, mas eu ja adquiri o meu no ebay.
Corra atrás do seu e deixe suas madeixas ainda mais charmosas.
Um beijo!

domingo, 17 de outubro de 2010
Unhas com Estilo

Como não poderia deixar de ser, peguei minha amiga Fernanda numa tarde dessas e fomos conhecer o espaço PicnicDric... que fica dentro da loja da Adriana Barra.
O lugar além de charmoso e pequenininho é cheio de fofurices que eu tanto conheço como, blythes, rements, miniaturas, casas de boneca e claro, o mais importante, esmaltes!
Muitos! De todos os tipos, cores, marcas e para todos os gostos.
Infelizmente não pude fazer unha porque só dá pra fazer com hora marcada, mas a visita valeu.
Percebe-se o dedo da dona e o carinho no projeto em cada detalhe fofo, sua marca registrada.
Quem quiser inovar em materia de nail art tem que passar por lá, fazer combinações diferentes de esmaltes, francesinha, inglesinha, adesivo de unha, tem tudo que é novidade para as viciadas no assunto!
Eu tirei uma fotinho pra deleite de vcs!
Um beijo
Fabi
sábado, 18 de setembro de 2010
Operação Cabelo

A Cris, responsavel pela minha mega juba, essa atrás de mim na foto, foi quem passou hoje 5 horas transformando o meu cabelo que estava pessimo num cabelo novo em folha.
Entre cappuccinos, sim porque ninguém teve pausa de almoço, revistas e fofocas de salão, estávamos lá, cuidando do assunto, incluindo sua assistente Gi, com quem eu me divirto muito.
No dia que eu preciso fazer isso não tem jeito, tenho que desmarcar compromissos e me preparar pra ficar sentadinha sem reclamar. Quem mandou querer ter um cabelão?
Eu e a Cris temos uma velha historia, ela era de outro salão, mudou pra esse, me avisou, eu deixei os outros cabelereiros todos por quem passei e adotei a danada como minha hairstylist definitiva.
Além de colocar meu cabelo num tom que causa inveja por aí, com misturas de tintas inusitadas ela está sempre antenada na ultima moda dos cabelos, viajando por aí (Londres foi um dos ultimos lugares por onde passou), tem uma mão mega firme, é super profissional e consegue domar meus fios rebeldes.
Foi ela que me apresentou a essa loucura toda de cabelão, mas não posso reclamar, eu to gostando. Um dia eu canso, mudo tudo, corto e pronto... mas por enquanto o resultado vale todo o sacrificio.
Como diz a própria Cris, mostrando as fotos antes e depois que ela faz nas clientes, tem coisa que vale mais do que 10 anos de terapia! CONCORDO e assino embaixo! rs
sábado, 11 de setembro de 2010
Eu e meu primeiro workshop
Vamos lá, juro que no começo será confuso mas no final todo mundo vai entender.
Fui hoje ao meu primeiro workshop de fotografia, eram dicas de como fotografar pessoas, ok... cheguei atrasada, me apresentei, aquela coisa toda.
Estava tudo indo muito bem na teoria, quando chegamos na parte prática da coisa, quando todos começaram a falar em ISO, tamanho da lente, abertura, exposição e não sei mais o que eu realmente me senti uma bocó.
Algumas razões pra minha bocozice:
Eu não leio manuais, eu tenho fobia a eles. Eu acho que pessoas deviam vir com manuais, filhos! Pra casamento devia ter manual e pra qualquer tipo de relacionamento ou pessoa, até eu mesma queria ter vindo com um manual...
Porém, manuais do novo e feliz proprietário de qualquer coisa me dá fobia. Isso tem um agravante, me faz aproveitar muito mal os meus gadgets, certeza! Fora o tempo que eu gasto tentando descobrir as coisas na raça.
Eu gosto de ler, juro, leio livros, jornal, revista, leio pros meus filhos, leio blogs, etc... mas manual, argh!
Então, com isso, na hora de fotografar as pessoas, que era o propósito do workshop eu travei, primeiro porque não conheço metade dos recursos da minha máquina o que me faz crer que se sai alguma foto boa ou a máquina é a melhor do mundo ou eu tenho algum talento nato com ela na mão. Segundo que não sabia nada sobre luz, poses e pessoas que se mexem quando vc está tentando fotografa-las!
Resumindo, minha melhor foto foi essa aí, uma flor, ela ficou parada, bela e colorida, deu pra fazer um bokeh atrás (porque isso eu sei o que é, mas não sei explicar como sai, apenas sei que é um efeito de luz, não me perguntem) e voilá, uma foto de verdade. Fundo borrado, bokeh, foco na flor e no seu colorido... coisas que falamos duranto o dia todo.
Sabe como eu me senti em relação a minha máquina? Assim ó: todos que estavam ali eram casados com suas máquinas, as conheciam profundamente, sabiam dos seus macetes, dos seus segredinhos, sabiam como usa-las, como tirar o melhor delas e as amavam e eu, era aquela doida varrida que tinha acabado de casar com um indiano sem saber falar a língua dele, sem conhecer sua cultura, costumes, apenas sabendo que alguns botões fazem a coisa funcionar... e pior, que o tinha levado a um churrasco.
Entenderam meu ponto de vista?????? Pois é.
Foi uma ótima experiencia pois embora eu fuja do compromisso com o manual, já que escolhi me casar com a maquina fotográfica vou ter que aprender tudo que puder sobre ela e posso falar? Eita bicho cheio de manias, botões, nomes confusos, números, gráficos e sei la o que!
Ok, ok... sem panico, eu chego lá.
Fui hoje ao meu primeiro workshop de fotografia, eram dicas de como fotografar pessoas, ok... cheguei atrasada, me apresentei, aquela coisa toda.
Estava tudo indo muito bem na teoria, quando chegamos na parte prática da coisa, quando todos começaram a falar em ISO, tamanho da lente, abertura, exposição e não sei mais o que eu realmente me senti uma bocó.
Algumas razões pra minha bocozice:
Eu não leio manuais, eu tenho fobia a eles. Eu acho que pessoas deviam vir com manuais, filhos! Pra casamento devia ter manual e pra qualquer tipo de relacionamento ou pessoa, até eu mesma queria ter vindo com um manual...
Porém, manuais do novo e feliz proprietário de qualquer coisa me dá fobia. Isso tem um agravante, me faz aproveitar muito mal os meus gadgets, certeza! Fora o tempo que eu gasto tentando descobrir as coisas na raça.
Eu gosto de ler, juro, leio livros, jornal, revista, leio pros meus filhos, leio blogs, etc... mas manual, argh!
Então, com isso, na hora de fotografar as pessoas, que era o propósito do workshop eu travei, primeiro porque não conheço metade dos recursos da minha máquina o que me faz crer que se sai alguma foto boa ou a máquina é a melhor do mundo ou eu tenho algum talento nato com ela na mão. Segundo que não sabia nada sobre luz, poses e pessoas que se mexem quando vc está tentando fotografa-las!
Resumindo, minha melhor foto foi essa aí, uma flor, ela ficou parada, bela e colorida, deu pra fazer um bokeh atrás (porque isso eu sei o que é, mas não sei explicar como sai, apenas sei que é um efeito de luz, não me perguntem) e voilá, uma foto de verdade. Fundo borrado, bokeh, foco na flor e no seu colorido... coisas que falamos duranto o dia todo.
Sabe como eu me senti em relação a minha máquina? Assim ó: todos que estavam ali eram casados com suas máquinas, as conheciam profundamente, sabiam dos seus macetes, dos seus segredinhos, sabiam como usa-las, como tirar o melhor delas e as amavam e eu, era aquela doida varrida que tinha acabado de casar com um indiano sem saber falar a língua dele, sem conhecer sua cultura, costumes, apenas sabendo que alguns botões fazem a coisa funcionar... e pior, que o tinha levado a um churrasco.
Entenderam meu ponto de vista?????? Pois é.
Foi uma ótima experiencia pois embora eu fuja do compromisso com o manual, já que escolhi me casar com a maquina fotográfica vou ter que aprender tudo que puder sobre ela e posso falar? Eita bicho cheio de manias, botões, nomes confusos, números, gráficos e sei la o que!
Ok, ok... sem panico, eu chego lá.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Uma rosa para...
Para dizer que a semana esta acabando e quero agradecer todo mundo que tem visitado o blog.
Um beijo grande.
Um beijo grande.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Biscoito da Sorte
Quem diria que alguém pode encontrar uma boa explicação, um alento ou um conselho num mero biscoito da sorte?
Passamos metade da vida tentando aprender coisas, errando mais do que acertando. Uma parte tentando entender o que aprendemos e outra parte tentando consertar os erros desse caminho tumultuado.
No fim dela vamos descobrir que não ficamos mais sábios não, apenas mais experientes e prontos a não cometer tantas vezes os mesmos erros. Aprendemos também a esperar, a ter paciencia, a calar, a consentir e perdoar. São as coisas que observei nas pessoas mais velhas, com as quais muito me identifico.
Felizmente, nessa viagem sem volta e cheia de surpresas chamada vida temos um recurso dos mais úteis; o direito de recomeçar. Erramos, algumas vezes e por muitas pessoas somos perdoados, por outras somos compreendidos, por outras abandonados e mesmo quando nada disso acontece podemos recomeçar.
Recomeçar fazendo tudo diferente, recomeçar contando com a ajuda do outro, recomeçar de onde paramos, recomeçar a partir de um ato de perdão, por nossa própria força e vontade, por um ato de fé... enfim, podemos.
Não dá um alento saber que ninguém é melhor nem pior que o outro, que estamos todos aqui para aprender alguma coisa e pra tirar proveito do que a vida tem pra nos oferecer e mais, temos o direito de recomeçar? De traçar novos caminhos, novos planos, novos projetos, de errar e fazer de novo?
Que ninguém tem o direito de julgar aquele que quer recomeçar?
Que ninguém pode impedir que vc recomece? Mesmo que seja pra errar mais uma vez...
Morreremos tentando, aprendendo, errando e claro, quando preciso recomeçando porque nos recomeços, nessa busca por fazer melhor pra si e para os outros é que a gente um dia pode se encontrar de verdade...
Passamos metade da vida tentando aprender coisas, errando mais do que acertando. Uma parte tentando entender o que aprendemos e outra parte tentando consertar os erros desse caminho tumultuado.
No fim dela vamos descobrir que não ficamos mais sábios não, apenas mais experientes e prontos a não cometer tantas vezes os mesmos erros. Aprendemos também a esperar, a ter paciencia, a calar, a consentir e perdoar. São as coisas que observei nas pessoas mais velhas, com as quais muito me identifico.
Felizmente, nessa viagem sem volta e cheia de surpresas chamada vida temos um recurso dos mais úteis; o direito de recomeçar. Erramos, algumas vezes e por muitas pessoas somos perdoados, por outras somos compreendidos, por outras abandonados e mesmo quando nada disso acontece podemos recomeçar.
Recomeçar fazendo tudo diferente, recomeçar contando com a ajuda do outro, recomeçar de onde paramos, recomeçar a partir de um ato de perdão, por nossa própria força e vontade, por um ato de fé... enfim, podemos.
Não dá um alento saber que ninguém é melhor nem pior que o outro, que estamos todos aqui para aprender alguma coisa e pra tirar proveito do que a vida tem pra nos oferecer e mais, temos o direito de recomeçar? De traçar novos caminhos, novos planos, novos projetos, de errar e fazer de novo?
Que ninguém tem o direito de julgar aquele que quer recomeçar?
Que ninguém pode impedir que vc recomece? Mesmo que seja pra errar mais uma vez...
Morreremos tentando, aprendendo, errando e claro, quando preciso recomeçando porque nos recomeços, nessa busca por fazer melhor pra si e para os outros é que a gente um dia pode se encontrar de verdade...
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